"O tempo sabático, por menor que seja, é a nossa grande jornada para o autoconhecimento"

Minha História

Mario Vicenti

Brasileiro, escritor e jornalista, nasceu em 05 de dezembro de 1960 em Cascavel, Oeste do Paraná. Filho de um amante da música e do futebol, Santos Vicente (in memoriam), que sustentava a família com sua oficina mecânica para bicicleta, motocicletas e também acordeon, e de Alvina Versino (falecida). 

Na infância, Mário queria ser músico. Contagiado pelos dotes artísticos do pai, compunha em seus cadernos escolares e em papeis que entregava ao pai, letras e poemas para serem musicados, sem nunca ter tido um resultado efetivo, apesar de suas boas intenções.

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Livros publicados
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Projeto em andamento

Cronologia

Nascimento no dia 5 de dezembro, à 1h30 minutos em Cascavel no Paraná…

Aos 13 anos sai de casa, de Cascavel para morar em Blumenau com uma tia muito querida, a tia Anita (in memorian). Foi uma temporada curta, um ano apenas, mas o suficiente para gostar da aventura na estrada…

Publiquei meu primeiro livro, aos 26 anos, de forma independente com ajuda de alguns empresários e da Secretaria de Cultura de Cascavel. Este livro tem prefácio de Ignácio de Loyola Brandão. No mesmo ano ajudou a fundar o MOLICA – Movimento Literário Cascavelense

Uma experiência por quatro anos em Los Angeles na Califôrnia onde aprendi um pouco sobre fotografia, cinema e jazz com um amigo cinegrafista, Ademir Silva.

Assumi a Assessoria de Imprensa e Marketing da Copacol por 11 anos, onde desenvolvi vários projetos na propaganda da empresa e diferentes meios de comunicação. Desde o impresso até o digital.

Fundei o jornal Integração em Cafelândia, no Paraná. Atualmente com site e publicação semanal de um informativo digital: www.jornalintegracao.com

A grande a aventura da vida. Fiz o Caminho de Santiago de Compostela na Espanha por 30 dias. Sozinho e feliz. em 2008, no ano seguinte, publiquei o livro em relato de viagem, O homem que chorava

Me dedico a este site com foco na literatura e mantenho o projeto sobre envelhecimento, 50UP – longevidade, além do jornal.

Continuação Sobre

Mais tarde, alimentou o sonho comum a muitos meninos: ser jogador de futebol. Conseguiu, aos 11 anos, um teste no Atlético Paranaense em Curitiba, mas foi barrado na última hora pelo próprio pai, que o queria estudando em Cascavel para ser engenheiro civil, como também para ajudar a cuidar da primeira meia irmã. Aos 13 anos, foi morar com uma tia em Blumenau – Santa Catarina, onde passou dois anos de sua adolescência entre o futebol e o trabalho numa pequena tipografia de um parente.

Aos 15 anos, trabalhou no jornalismo, quando foi assistente de fotografia de um dos primeiros jornais diários de Cascavel, no Paraná, na década de 70. O autor já escreveu uma peça de teatro amador nos anos 80: Nossa vida leviana, a qual falava sobre drogas e aborto. Publicou seu primeiro livro, de crônicas e poesias, “Natureza clandestina”, em 1987, com prefácio de Ignácio de Loyola Brandão.

Enquanto amadurecia sua veia literária, buscou novas experiências para se fortalecer e adquirir conhecimentos como pessoa e como profissional. Fundou, juntamente com outros escritores e pessoas ligadas ao mundo artístico da cidade, o MOLICA – Movimento Literário Cascavelense, em 1987. Foi sócio-proprietário de um jornal para o segmento automobilístico em São Paulo, capital, entre 1988/89 até decidir sair do país após o choque econômico da gestão presidencial Collor de Mello.

O autor viveu por quatro anos, no início dos anos 90, em Los Angeles, na Califórnia, onde teve oportunidade de fazer contatos para uma breve incursão no cinema, auxiliando em roteiros e aprendendo fotografia cinematográfica e retomou seu contato com o escritor Ignácio de Loyola Brandão, trocando cartas que o auxiliaram na construção de um ideal: seguir a carreira de escritor.

Retornando ao Brasil, escreveu e gerenciou uma revista regional, em Cascavel, ao longo de um ano. Em 1995, assumiu a assessoria de imprensa e marketing de uma das maiores Cooperativas do Brasil, a Copacol, na qual trabalhou por 11 anos e desenvolveu toda a estratégia de marketing da empresa, colocando-a em constante evidência no cenário nacional dentro do segmento frango. Nesse período, o autor também escreveu, dirigiu e produziu todas as campanhas da empresa para a televisão, em película (35mm), quando dirigiu pessoas famosas: o humorista Geraldo Magela, o ceguinho de Belo Horizonte, a ginasta Daniele Hypólito, o goleiro Taffarel para citar alguns dos mais conhecidos. Escreveu todos os jingles e o hino da empresa, usado formalmente nos eventos internos da cooperativa.

Ainda na empresa, Mario decidiu montar seu próprio jornal no interior do estado, o jornal Integração, em 2004.  Nesse mesmo ano, assessorou na produção e coordenação de campanha de um candidato a prefeito da cidade de Cafelândia.

Por curiosidade, inquietação e constante busca por aperfeiçoamento, Mario viajou para vários lugares dentro e fora do país, onde aprendeu a olhar para as pessoas considerando as diferenças, relativizando e valorizando cada cultura, procurando se despir de preconceitos e melhorando sua forma de ser humano.

Em 2007, resolveu fazer um ano sabático. Saiu da empresa (cooperativa) para fazer os 800 quilômetros do Caminho de Santiago da Compostela, o qual se inicia na França e passa pelo norte da Espanha. Essa foi uma atitude determinante em sua vida e carreira, um rito de passagem que o marcaria de forma indelével. Depois da caminhada, ele escreveu seu primeiro romance: “O homem que chorava”, publicado de forma independente em 2008, quando vendeu cerca de 800 exemplares. Foi quando decidiu apostar definitivamente na carreira de escritor, mantendo seu jornal como base de apoio e sustentação, para poder, finalmente, dedicar-se à literatura.

O autor é formado em economia pela UNIOESTE, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, pós-graduado em marketing e propaganda pela Univel e tem um MBA em Cooperativismo pela FGV.

Em 2011, escreveu, sob encomenda, o livro comemorativo da Copacol: Copacol: 50 anos na vanguarda do cooperativismo, lançado em fevereiro de 2013 com tiragem de 10 mil exemplares. Em 2013, também escreveu a história do Sicredi: Sicredi Nossa Terra 25 anos, lançado em março de 2014.

Em 2017, fez a trilha de Salkantay no Perú durante cinco dias até chegar em Macchu Picchu com um grupo de 12 pessoas. Do qual tem um relato de viagens ” Os deuses nunca dormem”.

Atualmente, Mario mantém seu jornal semanário e um portal de notícias www.jornalintegracao.com  e  inicia o projeto sobre envelhecimento ativo, o 50UP, além de correr contra o relógio para produzir um novo livro: romance de ficção e manter o site pessoal sempre atualizado.

Contatos: mario@mariovicente.com.br 

A garota do convento. Zaira, uma adolescente..

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